As horas que me pertencem
Nunca se encaixam em gavetas
Assim passo solta
Nos sentidos do planeta
Em casa, em caixas
Sem estrelas sem serrotes!
Nas ligações perdidas
As faltas são cortes
Em silêncio, o pensar se espande em pranto.
sábado, 15 de maio de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário